Os incentivos do prefeito Nelson Marchezan para incluir mulheres no ramo de tecnologia em Porto Alegre (RS)

As mulheres estão ganhando cada vez mais espaço no setor de tecnologia. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo LinkedIn mostra que, entre 2008 e 2016, o número de mulheres que ocupam cargos de liderança no setor de tecnologia aumentou 18%.

E elas têm muito a contribuir no setor, que ainda é muito desigual, ocupado em maior número por homens. Mas pensando em incentivar a inserção do público feminino nas profissões da tecnologia, o prefeito Nelson Marchezan resolveu agir em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

Foto Divulgação

Através do curso Gurias Programadoras, ele quer capacitar meninas e mulheres em cidadania, programação digital e empreendedorismo – habilitando-as para o mercado de trabalho. 

Já o projeto Ação Digital Articulada (ADA) tem foco em mulheres cis e transgênero, com idades entre 13 e 29 anos, que desejam obter conhecimentos digitais, desenvolver uma trajetória profissional ou pessoal bem sucedida e vivenciar experiências de fortalecimento da cidadania. 

“Pensando em diminuir a distância entre homens e mulheres na área de tecnologia, principalmente na programação, contamos hoje com iniciativas voltadas ao grupo feminino, fomentando a nova economia, a inovação e também a inclusão no mercado de trabalho por meio da linguagem da programação”, disse o prefeito Marchezan.

O curso é totalmente gratuito e conta com a parceria da Agência de Fomento Social Besouro, que ministrará os módulos de Conhecimento Digitais e Empreendedorismo, com promotoras legais populares formadas pela ONG Themis, juntamente com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Busca por melhorias para POA

Sempre muito à frente de seu tempo, o prefeito Nelson Marchezan Júnior, é um político que buscou melhorar a vida dos porto-alegrenses. Sempre prezou por igualdade, justiça e bem-estar, e tem em seu currículo diversas participações públicas.

É filho do ex-deputado Federal Nelson Marchezan e advogado. Nunca teve maiores pretensões na política até a morte do pai, em 2002. No mesmo ano concorreu e foi eleito deputado federal com 60.071 votos, mas a Justiça Eleitoral impediu sua diplomação por falta de filiação partidária válida. 

Iniciou, então, na vida pública em 2003, como diretor de Desenvolvimento, Agronegócios e Governos do Banrisul durante o mandato do governador Germano Rigotto. Abandonou o cargo em 2006, quando com 45.604 votos, foi eleito deputado estadual e exerceu o mandato entre 2007 a 2011. Em 2010, foi eleito deputado federal com 92.394 votos.

Foto PSDB/Divulgação

Votou majoritariamente contra as 10 Medidas contra corrupção, um projeto de lei de iniciativa popular com dez novas medidas que tem como objetivo aprimorar a prevenção e o combate a corrupção e à impunidade e que havia recolhido mais de dois milhões de assinaturas.

Em 2016, foi candidato a prefeito de Porto Alegre, sendo eleito em segundo turno com 402.165 votos. Após a eleição, anunciou o corte do número de órgãos municipais de 37 para 23, com diminuição de 29 para 15 secretarias e a abolição de 340 cargos comissionados, junto com a criação de um banco de dados para a seleção de cargos comissionados, tanto para servidores quanto indicados por partidos políticos. 

Assumiu a Prefeitura com um déficit de R$ 1 bilhão e, por isso, realizou uma série de medidas: emitiu 10 decretos que reduziam a despesas mensais da prefeitura por meio da suspensão de novos concursos e a criação de um cômite para avaliar os gastos públicos, também recusou o pagamento público para o carnaval de Porto Alegre.

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